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Rede Municipal de Ensino – Campo Bom RS

Fauna

A linha de trabalho- Fauna de área de banhado é baseada em observação, fotos, pesquisas e textos feitos pelos alunos que fazem parte do projeto, têm como objetivo registrar e divulgar atividades de acompanhamento de algumas espécies do banhado próximo à escola. Como por exemplo, o “Aruá” um molusco que coloca ovos rosa na vegetação é um trabalho de meses de observação, registro do número de postura e mudança na coloração dos ovos até a eclosão.

Tartaruga-Verde-e-amarela

É uma tartaruga nativa do Rio Grande do sul que vive nas áreas de banhado, arroios e rios. Esta tartaruga foi encontrada na rua e levada até o minirrio da escola. Mas acho que não gostou do espaço, fica o tempo todo tentando fugir.

Tartaruga tentando fugir...

Tartaruga tentando fugir…

No minirrio da escola já havia outra tartaruga nativa e as duas foram devolvidas ao banhado do Rio dos sinos.

Esta foto é de quinta-feira, 27/02/2014 quando fomos ao banhado de nosso bairro soltar duas tartarugas.
Esta foi uma atitude importante pois, como são nativas deste local, elas terão uma vida melhor em seu habitat natural, algo que não teriam se fossem criadas em aquários ou minirrio.
Nós gostamos disso porque, além de podermos “interagir” com o animal, colaboramos para o equilíbrio ecológico e também para sua melhor forma de vida. Mariane Nunes e Milena Streit

Tartarugas já em áreas de banhado

Tartarugas já em áreas de banhado

Alunos monitores levam as tartarugas para serem devolvidas ao habitat natural

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Aprender a partir de vivencias práticas que todos os seres vivos são importantes para o equilíbrio ambiental

Reportagem feita pelo jornal NH em 27/03/2014

Reportagem feita pelo jornal NH em 27/03/2014

Cada ser vivos tem um ambiente ideal para crescer e se reproduzir…

Reportagem feita pelo Jornal NH em 27/03/2014

Reportagem feita pelo Jornal NH em 27/03/2014

carapaça é alta. Apresenta dorsalmente um padrão com desenhos verdes e amarelados, com manchas pretas. Existe grande variação individual no colorido. Os machos escurecem após atingirem a maturidade, ficando com coloração marrom escura ou quase preta, encobrindo o padrão de linhas e manchas. O plastrão é amarelo com uma mancha grande central preta. É uma espécie onívora, que desovam nos meses de setembro a fevereiro, a incubação dura cerca de 110 dias. http://www.ufrgs.br/herpetologia/R%C3%A9pteis/Trachemys%20dorbigni.htm

 

Borboletas ou Mariposas

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 Borboletas e mariposas são seres realmente muito parecidos, mas que se repararmos bem tem pequenos detalhes que os diferenciam muito.
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A mariposa apresenta o abdome mais gordo, antenas simples ou emplumadas (em forma de penas), possui uma coloração mais opaca, e preferem a noite, normalmente ficando nas lâmpadas das casas.
As Borboletas tem hábito diurno, cores vivas, brilhantes, antenas dilatadas nas pontas, quando pousam  as borboletas deixam as asas elevadas perpendicularmente em relação ao corpo e as mariposas mantêm as asas abertas. Milena Streit

Eu gostei de fazer as observações sobre as borboletas pra saber como elas põem ovos e como elas fazem a metamorfose. E o projeto eco web me ajudou muito porque aqui tem muitos tipos de lagartas, ovos, lagartas recém-nascidas e casulos agora eu estou pensando em ter um hobby …BIÓLOGA COMO A PROFESSORA MARGARIDA. Pâmela

O ciclo de vida das borboletas e mariposas compõe-se de quatro fases; Ovo, lagarta, pupa ou crisálida e adulto.

Ovos das borboletas

Ovos de borboletas, material coletado pela professora Eriane

Ovos de borboletas, material coletado pela professora Eriane

 A lagartas

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Lagarta

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Lagartas

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 A lagarta diferente

Hoje no eco web nós vimos uma lagarta que a professora de educação física tinha achado, a professora Margarida nos mostrou a lagarta.Como ela é?

Ela é verde com preto, é grande e a sua cabeça é laranja parecia um milho. Essa lagarta tinha um chifre nas costas parece que a mãe dela namorou com um unicórnio … Mas ela era bonitinha ela era grande, parecia uma minhoca, eu achei a lagarta uma gorducha mas pensa se vocês virem a foto vão ver que eu estou certa. Nós tiramos fotografias da bela lagarta. Pâmela Gabrielli Sager Gressler

Foto feita pela Pâmela

Foto feita pela Pâmela

Hoje eu vi a foto da lagarta que vocês podem ver a baixo, e vocês estão se perguntando que espécie   é essa lagarta? É a mesma lagarta que você podem ver a cima ela está uma lagarta maluca . Pois bem ela estava linda e maravilhosa e agora esta se … Descolorindo ? Ou morrendo ? Não, não é nada disso ela só esta fazendo o casulo.

                        Pâmela Gabrielli  Sager Gressler

Foto em 21/06

Foto em 21/06

Esta lagarta é a mesma lagarta que estava fazendo um casulo é diferente das outras lagartas  porque as outras passam por transformações dentro do casulo e essa  da pra observar todas as  transformações dela que se chama METAMORFOSE.

Foto em 28/06

Foto em 28/06

Aruá

Aruá do banhado no bairro 25 de Julho, Campo Bom

Aruá do banhado no Bairro 25 de Julho, Campo Bom

Molusco que pode ser encontrado nas margens e leito de rios, riachos, arroios, lagoas, açudes, banhados…Encontra-se sobre vegetação aquática, em pedras, enterrados na areia e no barro. Este molusco é conhecido pelo nome vulgar de “aruá”. Concha pode atingir aproximadamente 7 cm de comprimento, e possui  opérculo. A coloração varia do amarelo ao castanho com faixas mais escuras paralelas a largura.

Os aruás são muito comuns, herbívoros, também alimentam-se de organismos que vivem no fundo das águas e restos de animais mortos e até mesmo quando um aruá more serve de alimento para os outros. Quando se sente ameaçado entra na concha e fica com o opérculo fechado até se sentir seguro. É utilizado como isca para pesca  e muito procurado pelo gavião-caramujeiro. É comum encontrar grande quantidade de conchas embaixo das árvores onde o gavião pousa para se alimentar.

Na primavera ou no verão coloca seus  ovos presos a vegetação, troncos, barcos… sempre a uma distância segura do nível da água.

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Ovos de caramujo

No ano passado eu e meus colegas estávamos pesquisando caramujos, para nossa surpresa os caramujos botaram ovos. Eles eram estranhos, muito estranhos pareciam uvas rosas, e quando os mini caramujos sairam as cascas dos ovos ficavam esbranquiçadas. Pâmela Gabrielli Sager Gressler .

Ovos posto no aquário da sala do Eco Web

Ovos posto no aquário da sala

Ovos “colados” na borda do aquário

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Um mesmo aruá pode por vários cachos de ovos em uma mesma temporada de reprodução, com o passar dos dias os ovos vão mudando de cor para um tom mais claro de rosa e depois para um  cinza até que ocorra a eclosão.

Mesmo com a concha quebrada o caramujo fez uma última postura de ovos antes de morrer.

Aruá com concha quebrada colocando ovos.

Aruá com concha quebrada colocando ovos.

Os Ovos postos no aquário da sala do projeto demoram dezoito dias para eclodir. De cada ovo sai um caramujinho perfeito que sai em busca de água.

Caramujinhos saindo do ovo e indo a procura da água

Caramujinhos saindo do ovo e indo a procura da água

Martim-pescador

Martim-pescador na vegetação do arroio Schmidt

Martim-pescador na vegetação do arroio Schmidt

O martim-pescador frequenta rios, lagoas, banhados, açudes, arroios onde pesca larvas aquáticas e especialmente peixes. devido ao fato de comer peixes, esta ave sofre perseguição por parte dos donos de açudes. No entanto o martim-pescador captura especialmente peixes mais lentos, defeituosos ou doentes. Com isso, a ave realiza um controle sanitário eliminando as espécies doentes.

Para pescar o martim-pescador procura um lugar onde possa ficar observando a água. Quando uma presa surge na superfície d’água ou próxima a ela, ele mergulha na tentativa de capturá-la.

O martim-pescador costuma conviver aos casais. Durante o período reprodutivo ele procura barrancos próximos aos corpos d’água onde pesca e escava um túnel com uma câmara no final. A fêmea coloca de 3 a 4 ovos. Macho e fêmea se revezam na incubação de aproximadamente 22 dias. Após o nascimento os filhotes são alimentados com pequenos peixes.

Jaçanã

Jaçanã no arroio Schmidt

Jaçanã no arroio Schmidt

Ave típica de áreas alagadiças, medem aproximadamente 23 cm, a plumagem da cabeça, pescoço e peito e região anterior do dorso é preta, as penas das extremidades das asas é esverdeado que só é visível quando a ave esta em voo, o restante do corpo é castanho, bico amarelo, pernas e dedos compridos e um esporão amarelo no encontro da asa. Alimenta-se de invertebrados aquáticos e sementes. Põe em media 4 ovos castanho amarelado e riscado de cor mais escura, que são incubados pelo macho de 21 a 28 dias, em ninhos flutuantes.

Maçarico ou tapicuru-de-cara-pelada

Espécie inconfundível pela face sem penas e avermelhada, possui um longo  bico  curvo que varia do amarelo ao laranja ou avermelhado, a plumagem é preta. espécie encontrada principalmente em áreas úmidas, rasas ou alagadas. Alimenta-se de crustáceos, moluscos, caranguejos e inclusive matéria vegetal (sementes e folhas). Procura alimento na água rasa usando o bico para isso, caminham lentamente com o bico parcialmente submerso.

Maçaricos ou tapicurus-de-cara-pelada se alimentando no arroio Schmidt

Maçaricos ou tapicurus-de-cara-pelada se alimentando no arroio Schmidt

Põe ovos azulados que são incubados de 23 a 24 dias, em ninhos na vegetação das margens dos corpos d’água. Têm hábitos de isolarem-se em casais para para se reproduzir.

Biguá

O biguá é um excelente mergulhador, visto com grande frequência no Rio dos Sinos. Com aproximadamente 75 cm,  preto ele pode mergulhar a qualquer momento, Nada um bom tempo debaixo da superfície d’água, para reaparecer em um ponto bem distante mostrando apenas o pescoço fora d’água.

Biguá no Rio dos Sinos

Biguá no Rio dos Sinos

O biguá é um grande pescador. Numa pescaria em bando, os biguás são organizados. Todos nadam lado a lado, em um mesmo sentido bloqueando a passagem dos peixes. Após o mergulho ele fica imóvel no sol, com as asas abertas para secar as penas. É na primavera que faz seu ninho no solo, em árvores. O ninho tem o formato de prato, feito co galhos, gravetos e recheado com material vegetal. A fêmea põe até três ovos de cor azulada que são incubados por aproximadamente 24 dias.

Biguás descansando e secando as penas em um tronco no Rio dos sinos

Biguás descansando e secando as penas em  troncos no Rio dos sinos

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